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Terapia com o Método ABA

                Para o tratamento para crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) existem diversas abordagens, porém as intervenções baseadas na Análise do Comportamento Aplicada são as que possuem embasamento científico, comprovando sua eficácia e eficiência.

            ABA é definida como uma ciência aplicada do comportamento, sendo um dos três pilares da Análise do Comportamento. Em 1968, foram descritas as setes dimensões da Análise do Comportamento Aplicada:

 

  1. Aplicada: Os estímulos e/ou organismo escolhidos para serem estudados têm relevância para a sociedade em geral, e não só para o desenvolvimento da teoria a ser comprovada;

  2. Comportamental: Existe a operacionalização do comportamento-alvo, ou seja, há a preocupação em descrever numa linguagem científica qual ou quais comportamentos serão alvos da intervenção, com o objetivo de elucidar O QUE fará parte da intervenção;

  3. Analítica: Em toda análise comportamental, têm-se a busca pelo controle das variáveis que interferem na ocorrência de determinado comportamento-alvo;

  4. Tecnológica: Deve-se identificar e descrever quais técnicas serão utilizadas na aplicação de quaisquer procedimentos de intervenção;

  5. Conceitual: As descrições dos procedimentos devem ser pertinentes também aos princípios filosóficos do Behaviorismo Radical;

  6. Eficaz: A intervenção deve ter o poder de alterar o comportamento e

  7. Generalidade: A mudança comportamental deve perdurar durante o tempo, aparecer em diversos ambientes e se estender a uma grande variedade de comportamentos relacionados.

Os principais objetivos da intervenção baseada em ABA são ampliar o repertório comportamental do indivíduo e, paralelamente, diminuir a frequência e/ou intensidade de comportamentos indesejáveis ou pouco adaptativos. Na perspectiva analítico-comportamental, comportamentos são mantidos por eventos que ocorrem antes da resposta do indivíduo e eventos que ocorrem depois. Com isso, para que se alcance o objetivo de alterar determinados comportamentos indesejáveis, é necessário o manejo das variáveis antecedentes e das consequências, o que exige conhecimento teórico, capacitação e experiência dos profissionais.

      Por isso, a intervenção requer avaliação cuidadosa de como os eventos ambientais influenciam o comportamento que se quer alterar (seja a forma, a frequência ou a intensidade), levando-se em conta o contexto em que ocorre, os antecedentes, as variáveis motivacionais e as consequências que se apresentam logo após a ocorrência do comportamento em questão para que uma boa estratégia seja desenvolvida.